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sábado, 14 de agosto de 2010

Preciso urgentemente...

O disco riscou e na minha cabeça só circula uma frase: PRECISO DE FÉRIAS! QUERO FÉRIAS! FÉRIAS! FÉRIAS! FÉRIAS! FÉRIAS! FÉRIAS! FÉRIAS! FÉRIAS! FÉRIAS! FÉRIAS! FÉRIAS! FÉRIAS! FÉRIAS!

Quanto mais perto estão esses dias de descanso, mais os dias se arrastam. Demoram e demoram a chegar! Preciso urgentemente de férias. Se dúvidas tivesse sobre isto, num instante as perdia porque quando olho para isto:

 Só vejo isto

Olho para  isto

E vejo isto


Ou, nos dias piores, isto

 Estou com alucinações. Estou a delirar. Estou a precisar de FÉRIAS!

sábado, 22 de maio de 2010

Uma semana de cão!


Esta semana foi aquilo a que se pode chamar uma semana de cão. Trabalho, trabalho e mais trabalho. Nos tempos que correm, queixar-me de trabalho não será politicamente correcto, mas a verdade é que disse algumas (bastantes) vezes mas isto nunca mais acaba? Gosto do que faço, mas quando o descanso começa a ser muito pouco e o cansaço começa a comandar as minhas palavras e actos, aliado ao facto de deixar de ter tempo para fazer as outras coisas que também gosto muito, começo a ficar um bocadinho mais irritável.

Ontem, ao chegar a casa ao fim da tarde, mais propriamente início da noite, fui brindada com o senhor Prozac, muito bem penteadinho, já com o banhinho tomado e o pijama vestido (bendita Avó), que me pergunta "Ó mamã, tu não achas que andas a chegar a casa um bocadinho fora de horas?"  Realmente, esta semana não houve tempo para o ir buscar à escola nenhum dia, não houve tempo para irmos dar os nossos passeios, não houve tempo para nada. Sempre tentei controlar os horários de forma a ter tempo para tudo, mas por vezes esse controlo descontrola-se e não consigo fugir, por mais que me apeteça. Compromisso assumido é para cumprir. Tal como o compromisso do senhor Prozac, embora ele não saiba que o tem, é conseguir fazer-me rir quando tudo o que me apetece é estar de mau-humor, mesmo que motivado pelo cansaço. É que agora estou a pensar instalar em casa um sistema qualquer que registe a hora de entrada :)).

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Que fazer? Há dias assim


Sim, sim...claro...sim...sim...sim...hãhã...claro...sim... Só espero não ter dito sim a algo que não devia. Piloto automático e pensar que o dia tem uma duração limitada e acaba, mesmo que se junte a outro dia igual. Mas este também acaba e de dia em dia está à porta o fim de semana! 

Não dizem que trabalhar dá saúde? Não tarda muito abro uma lojita para vender saúde!

Nada como recuperar forças num excelente fim de semana,  em que o descanso foi pouco ou quase nenhum, mas que me encheu de energia, com boas notícias, com o meu Prozac a fazer uma figuraça num torneio em Espanha :)),  com a minha Mãe a aproveitar o passeio, com um jantar com uma Amiga. Que fim de tarde excelente passamos ontem, Invisível Maria! E desta vez não fiquei doente, apesar do frio que passamos (pelo menos para já). Conversa e mais conversa e mais uma vez o tempo voou. Cada vez mais acredito que realmente as pessoas não se encontram por acaso.

Mais uma semana dura pela frente. Who cares?  Eu não!

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Preguiça e facebook


Acho que as coisas devem acontecer na altura certa, e estar doente é no Inverno. Une-se o não-agradável ao útil, fica-se em casa uns dias e até não é assim tão mau andar a tossir e com dores de garganta. Mas quando começa o sol, é maldade! 
Continuo extremamente irritada com quem me roubou as minhas ricas amígdalas, quando ainda não tinha voz activa nem idade para dar o meu consentimento.  Claro que dizerem-me que depois ia poder comer os gelados que quisesse me fez ir contente e feliz para a sala de operações. Agora, todos os anos é a mesma coisa, duas ou três vezes por ano lá vêm as meninas laringites e faringites, o que me dá muita "irritatite". Acho que ainda não se fazem implantes de amígdalas, ou seria a primeira da lista. 

A verdade é que sinto um cansaço fora do habitual. Geralmente perguntam-me que tipo de gasolina bebo de manhã, mas hoje bebi mesmo preguicite super  e sonolência sem aditivos. Não gosto de trazer trabalho para casa. Prefiro ficar mais uma ou duas horas no trabalho e deixar em Roma o que é de Roma, mas hoje só queria vir para casa. Com o sr. Prozac em estágio para o torneio do fim de semana em Espanha, tinha a tarde toda livre para pôr o trabalho em dia. Instalada no sofá, com uns relatórios na mão, durou pouco o trabalho. Decidi dedicar-me à nova modalidade de facebook: 


 E os relatórios continuam por ler. Bem podiam inventar relatórios de auto-leitura ou qualquer coisa assim!

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Estratégia com pouco resultado


Uma pessoa está doente.
Uma pessoa sabe que está doente: dói-lhe tudo, tem tosse, mal consegue falar, de vez em quando lá consegue ter um pouquinho de voz. O simples acto de falar exige um esforço acrescido. Depois de responder umas dez vezes às perguntas estás doente? estás rouca? com um normal estou, começam a aflorar à cabecinha respostas menos convencionais, tipo não, estou a treinar para substituir o Marlon Brando no Padrinho; não, estou a tentar convencer-te que estás surdo; não, fiz um piercing nas cordas vocais; etc, etc. Mas responder implica falar, e falar custa. 

Uma folha branca onde escreve "Estou rouca, não consigo falar" parece-lhe uma ideia brilhante. Adiciona um smile, para dar uma ar mais bonitinho e põe a folha estratégicamente na secretária, bem à vista. Sorri e pensa estou safa! Pura ilusão! Estás afónica? Ainda não, pensa, mas não falta muito. Faz outra folha onde escreve Estou afónica, com dois smiles. Agora sim, pensa. Nem cinco minutos depois Estás mesmo afónica ou estás a brincar?
Socorro!!

sexta-feira, 26 de março de 2010

Caminhos errados



É assim tão difícil aceitar que viver é constantemente construir, e não derrubar? Que esse caminho prolongado implica cometer erros e que não ver esses erros,  camuflá-los e distorcê-los é o pior erro que se pode cometer? Que para que o restante da construção não seja ameaçado é necessário corrigi-lo e eliminá-lo?

Reconstruir pode ser doloroso. É necessário aceitar novas verdades, equacionar  novos valores e conceitos, e principalmente, admitirmos que estávamos errados. Mas errar não é o erro. O erro é não ver que se errou. O erro é cometer sempre o mesmo erro.  Não vale a pena  reconstruir usando o material que estava danificado recoberto por uma nova capa.

Construir o nosso caminho não implica derrubar o do vizinho. Os caminhos correm paralelos, cruzam-se, mas cada um tem o seu. Um caminho constrói-se dia a dia, e quem cruza o nosso caminho e nos vai conhecendo, sabe como ele é, se é feito a direito ou com curvas sinuosas. Cada um tem o seu estilo particular, as suas características, qual arquitecto que assina a sua obra.  Querer limpar o nosso caminho sujando o dos outros é uma ilusão temporária, porque esse outro caminho tem há muito a assinatura do seu autor. Preocuparmo-nos com o caminho dos outros, vota o nosso ao abandono. Tentar sujar o caminho do outro, retirar-lhe a beleza, sofrerá um dia o efeito do vento, que devolverá o seu a seu dono.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Sim, mas...


É por estas e por outras que adoro o meu trabalho...


Uma das coisas que mais gosto no trabalho é o contacto com as pessoas. Proporcionam-me momentos de pura diversão. De muita dor de cabeça também, mas de vez em quando só mesmo rindo! 

.....
Eu- Que idade tem?
...- Ando nos 67.
Eu- Em que trabalha?
...- Olhe, menina, faço o dia a dia.
Eu- É casada?
...- Sim, menina.
Eu- Tem filhos?
... Tenho três, menina, mas são todos casados.
- :))

Achei piada porque ela não disse e, disse mas. Fiquei a pensar cá comigo se ela acharia que a seguir eu ia perguntar o nome, idade, altura e peso... e já agora, saldo bancário e fotografia se possível!!

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

A (In)Competência dos outros




Há algumas coisas que me fazem confusão. Uma delas é dizerem que o nosso País está mal. Não consigo perceber porquê, quando há tanta gente tão competente e iluminada por aí.

Hoje tive de andar a resolver uns assuntos, em algumas repartições públicas, e não só. Em todos os lugares, os funcionários, todos, eram uns incompetentes. Isto nas palavras de quem, como eu, esperava, e não nas minhas. Confesso que me diverti a ouvir os comentários. Os que esperavam devem ser os expoentes máximos da competência nos seus trabalhos. Se toda aquela gente que estava à espera é assim tão competente que, aos seus olhos, todos os outros são uns atrasados mentais, uns lentos, uns incompetentes, não percebo porque nos sítios onde trabalham também há quem os considere isso a eles. Com tanta gente a achar que são os melhores, tão bons que nada se compara a eles em zelo e competência, porque é que o País há-de estar mal?

O que eu vi foram funcionários a cumprir as suas funções. Quando alguém saía, aparecia logo o número para o seguinte. Vi pessoas a fazerem o seu trabalho o melhor podem. Se há cinco funcionários e trinta pessoas para atender, com certeza as últimas vinte e cinco terão de esperar, a número trinta mais do que a vinte. Irrita-me esta mania de falar mal de tudo e de todos pelo simples prazer de falar mal, por não haver mais o que fazer e porque já é um hábito. Se cada um se preocupasse mais em fazer o seu trabalho em vez de se preocupar se os outros fazem ou não, com toda a certeza as coisas funcionariam melhor.

Não seria uma ideia excelente se as pessoas tentassem passar um dia sem dizer mal de tudo e de todos? Talvez se habituassem... Poupariam comentários despropositados, injustos, e, quem sabe, andariam mais bem dispostos....

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Um motivo como outro qualquer


Em dias como o de hoje, em que o tempo não ajuda, a chuva não pára, o nevoeiro não dissipa e a preguiça aperta, só apetece mesmo ficar em casa, no quentinho. Este é um motivo válido para faltar ao trabalho. Afinal, somos apenas humanos e temos falhas. Faltar energia para saltar da cama saltitante, em vez de passar os primeiros minutos da manhã a amaldiçoar o tempo, o frio, o horário de entrada, é, na minha modesta opinião, normal. Muitas vezes apetece mesmo, mesmo virar para o outro lado, fechar os olhos e fazer de conta que não sabemos que temos de nos levantar.

Dos motivos para faltar ao trabalho, além de doença, ficar preso no trânsito durante horas e avarias no carro, não me custaria muito aceitar que alguém faltasse por um ataque de preguicite aguda. Mas, afinal havia outro, ou melhor outra. Avaria da Bimby. A Bimby avaria, toca de faltar ao trabalhinho porque tem de se ir arranjar a pequena. Motivo válido, não haja dúvida. Até ver dá para faltar um dia e sair mais cedo no dia seguinte para a ir buscar.

Eu não tenho Bimby. A minha Bimby sou eu mesma, por isso não me parece que possa adoptar esta ideia. Não tenho intenção de avariar...

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

....

Quem inventou o aquecimento merecia um prémio Nobel, mas a verdade é que na maioria dos locais de trabalho, a temperatura está regulada um pouco para o quente, o que implica usar roupa fina, até manga curta, e um casaco bem quentinho para andar na rua. Mas os casacos também se perdem. Não sei bem como, mas perdem-se.

- O que estás a fazer aí parada?
- A arranjar coragem para ir para o frio. Não sei do meu casaco e ainda por cima hoje deixei o carro longe.
- Eu empresto-te este. (os homens também podem ser previdentes e, além do casaquinho do fato, tinha um sobretudo).
- A sério? Obrigada.
Já com o casaquinho na mão, pronta para lhe agradecer outra vez, porque afinal ainda há cavalheiros, tinha de vir a piada.
- Cheira... a... homem...
(1,2,3,4,5,6,7,8,9,10)
- Não te preocupes, eu ponho-o já a cheirar bem.

Não é que os homens não cheirem bem (pelo contrário). Não é que não tenha apreciado o gesto (pelo contrário), até porque estava mesmo frio e a camisa era de manga curta .  Não foram as palavras em si mas o ar e o tom com que foram ditas que irritaram. Dissesse aquilo com outro ar e não teria levado uma resposta menos educada. Adoro chicos-espertos!

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

A importância do biscoito


As pessoas podem mudar. Se quiserem. Se realmente acharem que agiram mal, que pensaram mal, que aquela característica da sua personalidade, do seu carácter não está muito bem.

Às vezes, só fazem de conta que mudaram. Disfarçam-se e tentam passar por autênticos anjos na Terra. Os outros até acreditam.

A verdade é que, ou isso vem do seu interior, ou as pessoas sentem realmente que têm de mudar, por eles, porque querem ser melhores e não apenas porque é mais bonito e já lhes correu mal uma ou outra vez por fazerem o que fazem, ou não adianta. Depois de algum tempo, e quando confrontadas com situações em que realmente têm de mostrar o que são, revelam-se, tal e qual como eram.

Eu só pergunto se não são capazes de ver que não lhes adianta de nada. Não lhes adianta nada serem más, mázinhas que mete dó; não lhes adianta nada dizerem que fazem o que não fazem; não lhes adianta andarem a tentar encontrar falhas nos outros; nem lhes adianta de nada tentarem lixar os outros, porque a verdade, cedo ou tarde sabe-se sempre.

O mundo do trabalho pode ser um mundo cão, oh se pode. Querer triunfar nele, é o desejo de qualquer um, mas que seja por mérito próprio. Nunca gostei de comparações e competições. A minha única competição é comigo própria, tentar fazer sempre o melhor que sei, aprender o que não sei, melhorar o que sei. O que me importa é saber que sei.

Seria muito melhor se cada um se preocupasse com o seu trabalho, não? Se cada um se preocupasse com o seu, o de todos apareceria feito, e já não seria preciso andar a distribuir biscoitos. Ainda por cima nem são light!

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Fartura de teimosia

"Tinham-me dito que não era de fazer ondas, e realmente não é, mas é teimosa que se farta!" Ops!! Isto vindo do chefe não é muito bom sinal, pois não? Penso que não.

Eu sei que sou um bocadinho teimosa, às vezes. Sou mesmo. Mas quando chego à conclusão que estou errada não tenho problema nenhum em assumi-lo. Às vezes, com algumas pessoas, até custa um bocadinho, confesso :), posso dizer "pronto, está bem, tens razão, mas..."... mas não teimo na minha ideia se achar que estou errada.

Há uma diferença entre ser teimosa e acreditar que se está certo, não há? Ou é a mesma coisa? Se eu acho, aliás, sei, que o que me mandam fazer está errado (e está), devo fazê-lo só porque me dizem? Porque é costume fazer assim, mesmo não sendo o correcto? Para não ser teimosa? Como caracóis uns atrás dos outros? Vai o primeiro caracol, o segundo segue-o, devagar, devagarinho, o terceiro e assim sucessivamente. Direitinhos para o cesto. Ao fim de algum tempo, no chão até fica com a marca da marcha dos caracóis. Eles nunca mais encontram os que foram à frente deles, mesmo sendo lentos a andar, mas continuam a seguir o mesmo caminho, só porque sempre foram por ali.
Se algum dia um deles se lembrar que é melhor andar de cabeça para baixo, aí vão eles todos irrigar o cérebro, virados ao contrário para o outro lado. Temos de saber porque fazemos as coisas de um modo e não do outro. E se se fazia assim porque era mais fácil. e às vezes até resultava, talvez se devesse pensar nas vezes que não resultou. É que errar qualquer um pode errar, seja no que for. Mas errar a saber que se está a fazer mal é bem pior, digo eu.

Devo fazer uma coisa que está errada só porque costumam fazer? Onde fica a minha responsabilidade? A minha consciência? Prefiro explicar por A+B o porquê das minhas atitudes e ficar com a minha teimosia, do que fazer algo errado para agradar.

Resta-me concluir que sou teimosa! Que (não) me farto!

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Thank you!


Assim fica difícil! Mais uma vez aqui o estaminé esteve transformado num zoológico, só que desta vez se resumiu à secção dos elefantes - um elefantário. Tudo de trombas!! Até entendo que é segunda-feira e segunda-feira é um dia mau, até entendo que as pessoas têm problemas, até entendo que nem sempre é fácil abstrairmo-nos deles, até não ando nos dias mais felizes da minha vida, mas o que adianta andar a destilar mau humor o dia todo? O trabalho vai desaparecer? Não. A segunda transforma-se em sexta? Não. Os problemas desaparecem? Não, pelo contrário, cada vez ficam mais cinzentos. Haja paciência para tanta azia!

Pois amanhã quando os meninos e as meninas chegarem vão ver no meu local de trabalho uma folha A4 impressa com este recadinho, que é bom cumprirem.*  Não desvalorizo o que lhes vai na alma. Eu tento deixar os problemas à porta (por acaso, já tentei sair por outras portas, para ver se os despistava, mas os desgraçados são melhores do que os agentes do CSI** e encontram-me sempre!), concentrar-me no trabalho e não chatear ninguém. Não peço que andem a rir, nem mesmo que TENTEM sorrir. Mas pelo menos que deixem as trombas do lado de fora e sejam simpáticos.

Um bocadinho de simpatia não faz mal nenhum, pois não? Não custa dinheiro, não faz tantas rugas,  proporciona uma boa convivência, entreajuda, até faz bem a quem dá e a quem recebe. Porque quem está ao nosso lado não tem culpa que a vida não nos corra como queremos, que nos apetecesse estar em qualquer lugar do universo menos aqui (embora suspeite que a maioria queria estar na cama a dormir). Porque as outras pessoas merecem que as respeitemos, que não nos sirvamos delas para descarregar as nossas depressões, frustrações, irritações e desilusões. Porque se calhar, se não insistirem em cultivar o mau-humor como um bonsai delicado, até são capazes de ir para casa ao fim do dia um pouco mais bem dispostos!

Até costumo ter paciência. Até costumo divertir-me a tentar bater o record de quanto tempo demoro a que alguns esbocem o esboço de um sorriso. Mas assim fica difícil.
 
Por isso: Be nice, please!

* Se não resultar, posso sempre levar umas plantinhas para lá. Só não sei se terão o mesmo efeito só pelo facto de se respirar o ar, se tenho de misturar umas folhinhas na sopa ou fazer um chá para distribuir pelo pessoal!

** Aproveito para manifestar o meu desagrado aos produtores de CSI Las Vegas por terem mandado dar uns tiros à minha personagem preferida da série. Obrigadinha.